quarta-feira, 31 de março de 2010


Agora preciso de tua mão,
não para que eu não tenha medo,
mas para que tu não tenhas medo.
Sei que acreditar em tudo isso será,
no começo, a tua grande solidão.
Mas chegará o instante em que me darás a mão
não mais por solidão, mas como eu agora:
Por amor...

Eu sou mais forte do que eu...

Acordei com tal nostalgial de ser feliz.
Eu nunca fui livre na minha vida inteira
Por dentro sempre me persegui
Me tornei intolerável pra mim mesma.
Vivo numa dualidade dilacerante.
Tenho uma aparente liberdade, mas estou presa dentro de mim...

Texto de Clarice Lispector...


Não é que eu vivo em eterna mutação, com novas adaptações a meu renovado viver e nunca chego ao fim de cada um dos modos de existir. Vivo de esboços não acabados e vacilantes. Mas equilibro-me como posso, entre mim e eu, entre mim e os homens, entre mim e Deus...

Amor eterno...


Sabe aquele amor?...
aquele que não cobra, não julga, não exclui.
Aquele que não destrói, não maxuca, não corrói.
Aquele amor que te faz bem, que te anima, que oferece o ombro,
que está em todos os lugares.
que é forte pra te amparar, pra te fazer sorrir.
Aquele que vc leva no peito, aquele sentimento enorme que não consegue esquecer e muito menos odiar e que será eterno assim como as estrelas...
É esse o amor que sinto por vc...